"Não é um nome ruim na Irlanda. Há pessoas muito boas com esse nome: os Vincent Scullys — todo mundo já ouviu falar deles", diz Violet, gentilmente. Mas sua amiga não consentirá em acreditar em nada que possa suavizar a lembrança de Mona. A moça aprisionou o filho, capturou-o vilmente e o tornou seu, irremediavelmente; e que palavras podem ser tão ruins para expressar seu ódio pela mulher que cometeu esse ato? "Eu não vou trair você", ela diz. "Pode confiar em mim. Onde eles estão estacionados?"!
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Diante desse discurso terrível, os cálculos de Geoffrey falham, e ele se entrega a uma alegria indisfarçável. Antes que o homem fosse embora, seu sogro lhe disse: "Quando chegar perto de casa, não entre imediatamente no acampamento. Avise alguns de seus parentes que você chegou e peça que construam uma casa de suor para você. Entre nessa casa de suor e lave seu corpo cuidadosamente, sem deixar nenhuma parte, por menor que seja, impura. Se falhar nisso, você morrerá. Há algo nos fantasmas que é difícil de remover. Só pode ser removido com muito suor. Tome cuidado agora para fazer o que eu lhe disser. Não chicoteie sua esposa, nem a golpeie com uma faca, nem a atinja com fogo. Se fizer isso, ela desaparecerá diante de seus olhos e retornará para cá."
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"Sem esperança!", diz Mona, com terrível desespero na voz: "Então eu o matei. Fui eu que devolvi a pistola para ele esta noite. A culpa é minha, minha. Fui eu que causei a morte dele." Ela caminha deliberadamente para a frente e entra na cabine, com Geoffrey a seguindo de perto. "De você? Já existiu um ganso velho e bobo tão querido?", pergunta a Sra. Geoffrey, com uma risada fraca e amorosa. E então, com um pequeno suspiro cheio de satisfação, ela esquece suas preocupações com os outros por um momento e, aconchegando-se mais perto dele, deita a cabeça em seu ombro e descansa ali, feliz, até chegarem às Torres.
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